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Ceratite microbiana

Olhos avermelhados, dor intensa e sensação de cisco. Esses podem ser sintomas da ceratite microbiana. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o problema ocorre por meio da inflamação da córnea – região externa dos olhos, comparada ao vidro de um relógio – de natureza infecciosa, considerada urgência oftalmológica, em função do risco de perda visual. Os principais agentes causadores são bactérias, podendo ser causadas também por vírus, amebas e fungos. O contágio por esses microrganismos está relacionado a traumas, uso de lentes de contato ou doenças e cirurgias oftalmológicas.

O diagnóstico e o tratamento, quando realizados precocemente, são fundamentais para o restabelecimento do olho afetado. A córnea, atingida pela doença, funciona como barreira protetora da superfície ocular. Ainda segundo o CBO, a ceratite microbiana é grave e pode piorar rapidamente se não for tratada. A doença tem risco de perfuração e extensão para outras áreas do olho, levando até à cegueira. No caso de trauma ocular com plantas – comum em momentos de lazer em parques – o risco por fungos aumenta.

Usuários de lentes de contato que não higienizam o estojo de maneira adequada ou dormem com as lentes têm risco maior de infecção por bactérias e amebas. Cirurgias oculares e traumas podem levar à infecção, especialmente se não houver uso adequado de colírios. A consulta com o especialista é fundamental porque existem outras formas de ceratite que não são infecciosas e, para cada caso, há um tratamento específico. Outros tipos de ceratite são por traumas físicas, alergias, neurológica ou de causa desconhecida – ceratite de Thygeson. Em caso de suspeita, consulte o oftalmologista.

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